Temas de redação ENEM
e como treinar com os temas certos.
A escolha do tema de treino é metade da preparação para a redação do ENEM.
Tema bom destrava a escrita; tema datado ou genérico empata a evolução. A
gente entende como o INEP escolhe os temas — e este guia mostra como usar
isso a seu favor na hora de montar uma rotina de prática.
Comece explorando as coletâneas completas da plataforma — incluindo os temas
oficiais de 2010 a 2025. Depois, continue no guia para entender os eixos da
banca, escolher bons recortes e organizar uma rotina de treino para quem está
mirando nota acima de 900.
Biblioteca pública
Escolha um tema e comece a escrever.
Explore 66 coletâneas completas do Redafy. Você pode ler os textos
motivadores gratuitamente e abrir um rascunho já vinculado ao tema escolhido.
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Propostas atuais
Temas contemporâneos com recortes específicos e textos motivadores para simular a experiência da prova.
O tema aborda a distribuição desigual dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no território brasileiro. A discussão envolve diferenças regionais, condições urbanas e rurais e relações entre infraestrutura, saúde pública e qualidade de vida.
O tema trata das dificuldades de acesso regular a alimentos em quantidade e qualidade adequadas no Brasil. A discussão abrange renda, disponibilidade de alimentos, desigualdades sociais e a atuação de políticas relacionadas à segurança alimentar.
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analfabetismo funcional educação de jovens e adultos
O analfabetismo funcional se relaciona às limitações no uso da leitura, da escrita e de conhecimentos matemáticos em situações cotidianas. O tema permite examinar sua presença entre diferentes grupos sociais e seus vínculos com escolarização, trabalho e participação social.
O tema aborda as condições que influenciam o ingresso, a valorização e a continuidade de professores na educação básica. A discussão envolve formação, carreira, remuneração, ambiente de trabalho e distribuição de profissionais entre redes e regiões.
O acesso à educação infantil apresenta diferenças relacionadas à idade das crianças, à renda das famílias e ao local de residência. O tema contempla a oferta de vagas em creches e pré-escolas, a infraestrutura disponível e a organização do atendimento público.
O tema examina as mortes associadas à gestação, ao parto e ao período pós-parto, considerando as diferenças observadas entre grupos raciais. A discussão envolve acesso ao cuidado, qualidade da assistência, condições socioeconômicas e registros de saúde.
A doação de órgãos e os transplantes envolvem etapas médicas, legais, logísticas e familiares. O tema abrange a identificação de potenciais doadores, a autorização familiar, a organização das filas e as diferenças de acesso entre regiões.
As doenças raras formam um conjunto amplo de condições que atingem parcelas reduzidas da população e podem exigir acompanhamento especializado. O tema envolve o percurso até o diagnóstico, a disponibilidade de informações, a organização dos serviços e o cotidiano de pacientes e familiares.
A pobreza menstrual diz respeito a limitações no acesso a produtos de higiene, água, saneamento e informações sobre o ciclo menstrual. A discussão inclui seus efeitos em ambientes escolares, profissionais, domésticos e de privação de liberdade.
O tema aborda as condições de vida da população em situação de rua e suas relações com moradia, trabalho, saúde, documentação e vínculos familiares. A discussão considera a diversidade desse grupo, as formas de violência vivenciadas e o acesso a serviços públicos.
O trabalho infantil envolve atividades econômicas ou de sobrevivência realizadas por crianças e adolescentes em desacordo com a legislação. O tema contempla suas diferentes formas, os contextos familiares e territoriais e suas relações com educação, renda e proteção social.
O retorno à vida em sociedade após o cumprimento de pena envolve questões de documentação, moradia, convivência, formação e trabalho. O tema considera as experiências de pessoas egressas, o estigma social e a atuação de serviços públicos e comunitários.
O tema trata de diferentes formas de violência e discriminação vivenciadas por pessoas LGBTQIA+ em espaços familiares, escolares, profissionais, institucionais e digitais. A discussão abrange registros de violações, acesso a direitos e experiências diversas dentro dessa população.
A participação das mulheres na política brasileira pode ser observada no eleitorado, nas candidaturas, nos cargos eletivos e em outras instâncias de decisão. O tema envolve representação, regras eleitorais, funcionamento partidário e obstáculos presentes nas trajetórias políticas.
O acesso ao esporte e ao lazer varia conforme renda, território, idade, gênero e condições de mobilidade. O tema abrange espaços públicos, projetos sociais, práticas escolares, equipamentos esportivos e diferentes formas de participação da população.
A formação de leitores se relaciona ao contato com livros, às práticas familiares e escolares e à existência de espaços de leitura. O tema permite analisar a distribuição e o uso de bibliotecas, os hábitos de leitura e as diferenças de acesso entre públicos e territórios.
O racismo ambiental se refere à distribuição desigual de riscos, danos e benefícios ambientais entre grupos raciais e territórios. No contexto urbano, o tema envolve moradia, saneamento, poluição, áreas de risco, infraestrutura e participação nas decisões sobre a cidade.
O tema aborda o abandono, os maus-tratos e as condições de cuidado de animais domésticos no Brasil. A discussão inclui guarda responsável, controle populacional, atendimento veterinário, adoção e atuação de famílias, organizações e poder público.
Os sinistros envolvendo motociclistas se relacionam ao crescimento do uso de motocicletas, às condições das vias e aos comportamentos de diferentes agentes do trânsito. O tema contempla deslocamentos cotidianos, trabalho sobre duas rodas, fiscalização, formação e atendimento às ocorrências.
O acolhimento familiar e a adoção integram o sistema de proteção de crianças e adolescentes afastados temporária ou definitivamente de suas famílias de origem. O tema envolve convivência familiar, processos judiciais, preparação das famílias e experiências de crianças e adolescentes de diferentes idades e perfis.
A transição energética justa e sustentável no Brasil, respaldada constitucionalmente, requer o aproveitamento de sua alta renovabilidade e a aceleração da inclusão social e eficiência. Isso demanda estratégias como o financiamento público para descarbonização local e políticas ativas de requalificação e proteção social para trabalhadores e comunidades.
Estudantes de baixa renda enfrentam significativas barreiras de acesso e elevadas taxas de evasão no ensino superior, principalmente por vulnerabilidades socioeconômicas e financeiras. Para ampliar sua permanência e sucesso, são fundamentais o fortalecimento de políticas de assistência estudantil, como o PNAES, e a articulação de programas de apoio financeiro e infraestrutura.
Diante da alta conectividade e dos impactos da desinformação, a promoção da educação midiática no Brasil é crucial para desenvolver a leitura crítica e a checagem de informações. Estratégias incluem diretrizes curriculares, formação de professores e programas governamentais para fortalecer a participação consciente e democrática no ambiente digital.
A evasão escolar no ensino médio brasileiro é um desafio multifacetado, impulsionada principalmente por necessidades econômicas e pela falta de atratividade do ensino. Sua redução eficaz demanda, além de incentivos financeiros, reformas estruturais e pedagógicas que engajem o estudante.
A expansão das arboviroses no Brasil, intensificada por fatores climáticos, exige um enfrentamento multifacetado que articule a responsabilidade estatal em vigilância epidemiológica e monitoramento contínuo. Tal combate eficaz é pautado pelo Manejo Integrado de Vetores (MIV), que combina ações intersetoriais, engajamento comunitário e diversas ferramentas de controle e prevenção.
Diante do baixo desempenho em ciências no Brasil, o aprimoramento do letramento científico requer a efetivação das diretrizes da BNCC para integrar a abordagem investigativa nos currículos. Medidas complementares incluem a educação midiática, que desenvolve o pensamento crítico, e programas governamentais que fomentam a experimentação, como os laboratórios "maker", e a formação de professores.
Apesar da garantia constitucional de acesso universal e igualitário, o SUS enfrenta desafios estruturais e de recursos humanos, como infraestrutura precária e escassez de médicos, que acentuam graves disparidades regionais. Programas como o Mais Médicos buscam atenuar essas desigualdades, focando em regiões com maior vulnerabilidade.
O Brasil adota medidas como a retenção de receitas para antimicrobianos e implementou um Plano Nacional abrangente para conter a resistência. Este plano foca no fortalecimento de programas de gerenciamento, na qualificação de práticas clínicas e na vigilância contínua, visando o uso racional e a prevenção de infecções.
O acesso à internet é vital para a cidadania, mas a persistente desigualdade entre áreas urbanas e rurais/periféricas impede o acesso a serviços essenciais e aprofunda disparidades sociais. Para combater essa lacuna, são cruciais políticas públicas que garantam qualidade, preço e continuidade da conexão, com investimentos já direcionados para conectar escolas e comunidades.
A inclusão plena de pessoas com deficiência no Brasil enfrenta desafios significativos, como barreiras físicas e o preconceito na mobilidade urbana. No mercado de trabalho, a baixa participação e a alta informalidade refletem a persistência dessas dificuldades.
A segurança hídrica nas metrópoles brasileiras demanda a redução significativa de perdas na distribuição e a adoção de Planos de Segurança da Água (PSA). Essas ações, aliadas à gestão participativa e à resiliência frente a eventos climáticos, são cruciais para garantir o abastecimento humano prioritário.
A crescente informalidade e a baixa proteção social dos trabalhadores de aplicativos no Brasil constituem um desafio complexo. Propostas de formalização buscam assegurar direitos e contribuição previdenciária, mas enfrentam dificuldades em definir a natureza do vínculo e alcançar consenso para uma cobertura ampla.
Diante da crescente vulnerabilidade de populações brasileiras a desastres climáticos, as estratégias de prevenção são cruciais. Elas envolvem a articulação da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, o monitoramento de riscos e o direcionamento de recursos para mapear, planejar e executar ações de mitigação em áreas suscetíveis.
A mobilidade urbana sustentável nas metrópoles brasileiras enfrenta o desafio da alta dependência do transporte individual, contradizendo a prioridade legal dos modos coletivos e não motorizados. Esse cenário gera congestionamentos expressivos e exige inovações urgentes em financiamento e governança para fortalecer o transporte público.
O Brasil enfrenta uma escalada alarmante de crimes cibernéticos e golpes digitais, com milhões de ocorrências anuais e ataques sofisticados impactando até o sistema financeiro. Os desafios para seu enfrentamento incluem a efetiva aplicação das leis de proteção de dados, a ampliação da educação digital e a necessária coordenação entre o setor público e privado.
O Brasil enfrenta o desafio da destinação inadequada de milhões de toneladas de resíduos urbanos, apesar das políticas de responsabilidade compartilhada e logística reversa. A gestão sustentável exige a universalização da destinação ambientalmente adequada, a ampliação da coleta seletiva, reciclagem e compostagem, e a garantia da sustentabilidade econômico-financeira até 2033.
A preservação da biodiversidade brasileira é ameaçada pelo persistente desmatamento na Amazônia e Cerrado e pelo alarmante aumento das queimadas em biomas como o Pantanal. Esses fenômenos comprometem a integridade do patrimônio genético do país, apesar de esforços governamentais como o PPCerrado para conciliar produção e conservação.
A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital no Brasil envolve a análise dos desafios e das possibilidades relacionados ao uso crescente da internet por esse público, especialmente diante de riscos como exposição a conteúdos impróprios, contato com desconhecidos e situações de violência on-line. Nesse contexto, a discussão abrange aspectos ligados à atuação das plataformas, à educação digital e ao papel da família, da escola e do Estado na promoção de um ambiente virtual mais seguro.
A democratização do financiamento da produção cultural no Brasil, apesar do amparo constitucional e da existência de recursos significativos, enfrenta desafios na execução e capilaridade da distribuição. Superá-los exige simplificar processos burocráticos, aprimorar a governança e assegurar o acesso equitativo aos fundos, especialmente para grupos sub-representados, garantindo a efetividade das políticas públicas.
O Brasil adota estratégias que vão da garantia constitucional dos direitos autorais à repressão policial e à cooperação interinstitucional para combater a pirataria digital. Tais medidas visam proteger criadores e fortalecer a expressiva economia criativa nacional, que representa parcela significativa do PIB.
No Brasil, apesar do dever constitucional de proteção, a violência doméstica contra crianças e idosos é alarmante, com milhares de denúncias anuais concentradas no lar. Para enfrentar e prevenir esse cenário, medidas como a priorização e o aprimoramento do Disque 100 buscam qualificar a resposta estatal, reduzir subnotificações e garantir o encaminhamento eficaz das vítimas.
As estratégias para fortalecer a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil envolvem o massivo investimento governamental na expansão da rede federal, criando novas vagas e campi. Além disso, a promoção da aprendizagem profissional, com legislação específica, visa qualificar e inserir jovens no mercado de trabalho, integrando a formação técnica ao ensino médio.
A persistência da informalidade no Brasil demanda estratégias integradas para sua redução e o fomento da educação financeira da população. Iniciativas como a ENEF, combinadas com sistemas financeiros acessíveis, microcrédito e desburocratização com incentivos à formalização, são cruciais para capacitar os trabalhadores e impulsionar a formalização.
A regulação ética da inteligência artificial no Brasil envolve a construção sobre bases legais existentes, como a LGPD, e a maturação de projetos de lei específicos para salvaguardar direitos e responsabilidades. É crucial, ainda, incorporar diretrizes internacionais para orientar o uso responsável e transparente da IA, frente à sua crescente, mas ainda concentrada, aplicação no cenário nacional.
Apesar da garantia constitucional de acesso à assistência jurídica gratuita, milhões de brasileiros ainda carecem desse direito, demandando a ampliação de ações proativas, como mutirões, e a implementação de soluções tecnológicas e estruturais, a exemplo do Balcão Virtual. Essas medidas são essenciais para democratizar o acesso à justiça e atender à população vulnerável.
A crescente violência nas escolas brasileiras exige estratégias multifacetadas para promover a cultura de paz, conforme previsto em lei. Tais ações incluem desde o reforço da segurança e monitoramento até abordagens pedagógicas de mediação de conflitos, desenvolvimento socioemocional e engajamento comunitário.
A crescente automação e a rápida adoção da IA no Brasil demandam a requalificação de milhões de trabalhadores, conforme o direito constitucional à qualificação profissional. Para promover essa atualização, são cruciais políticas de aprendizado contínuo, a articulação entre governo, universidades e setor produtivo, e planos como o PBIA, visando o desenvolvimento de novas competências.
O Brasil enfrenta um persistente déficit habitacional, acentuado pelo ônus excessivo e pela escalada dos aluguéis, que compromete o direito à moradia digna. Medidas eficazes incluem programas de melhorias habitacionais e assistência técnica para qualificar moradias existentes, reduzindo inadequações e ampliando o acesso à moradia.
A preservação do patrimônio cultural brasileiro enfrenta desafios como a vulnerabilidade a eventos climáticos extremos, a necessidade de ampliar a cobertura das ações de salvaguarda e a contínua articulação de recursos. Apesar dos investimentos e do arcabouço legal existente, a proteção efetiva exige constante monitoramento e a implementação de planos de contingência para o patrimônio material e imaterial.
A queda nas coberturas vacinais entre crianças e adolescentes no Brasil, apesar da obrigatoriedade legal, demanda a implementação de estratégias abrangentes. Estas incluem campanhas nacionais com foco na vacinação escolar, microplanejamento e comunicação para reverter o cenário e proteger a saúde pública.
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Histórico do ENEM
Temas oficiais de 2010 a 2025
Propostas já aplicadas pelo INEP para estudar recortes, repertórios e a evolução temática da banca.
O envelhecimento da população brasileira revela não só o aumento expressivo de idosos, mas também a coexistência de visões que vão do idoso ativo e protagonista ao idoso invisibilizado e vulnerável. Diante disso, torna-se necessário combater estereótipos e garantir condições dignas, inclusivas e igualitárias para envelhecer no país.
A herança africana no Brasil está presente em dimensões históricas, culturais, sociais e identitárias da formação do país. Nesse contexto, o tema permite discutir reconhecimento, memória e valorização de contribuições africanas e afro-brasileiras.
O trabalho de cuidado realizado pela mulher sustenta rotinas domésticas, familiares e sociais, embora muitas vezes permaneça pouco reconhecido. A discussão do tema envolve desigualdade de gênero, divisão de tarefas e visibilidade desse trabalho na sociedade brasileira.
A valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil envolve o reconhecimento de modos de vida, saberes e vínculos específicos com o território. O tema também abrange debates sobre direitos, preservação cultural e participação social dessas populações.
O registro civil é um instrumento fundamental para o reconhecimento da existência legal e para o acesso a direitos básicos. Nesse contexto, o tema aborda a invisibilidade de pessoas sem documentação e os impactos dessa condição sobre a cidadania.
O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira evidencia preconceitos que afetam o reconhecimento do sofrimento psíquico e a busca por cuidado. A discussão envolve informação, acolhimento social e barreiras que dificultam o tratamento e a convivência.
A democratização do acesso ao cinema no Brasil relaciona-se à distribuição desigual de salas, custos de consumo cultural e alcance das produções audiovisuais. Nesse contexto, o tema permite refletir sobre inclusão cultural, infraestrutura e acesso a bens simbólicos.
O controle de dados na internet amplia a capacidade de plataformas digitais influenciarem escolhas e hábitos dos usuários. A discussão do tema envolve algoritmos, circulação de informações, transparência e impactos sobre a autonomia individual.
A formação educacional de surdos no Brasil envolve o acesso a práticas pedagógicas adequadas, recursos de acessibilidade e reconhecimento da Libras. O tema destaca desafios relacionados à inclusão, à permanência escolar e à garantia de aprendizagem com qualidade.
O combate à intolerância religiosa no Brasil envolve a defesa da liberdade de crença e do respeito à diversidade religiosa. Nesse contexto, o tema permite discutir discriminação, proteção legal e formas de convivência em uma sociedade plural.
A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira revela a continuidade de desigualdades e diferentes formas de agressão presentes no cotidiano. A discussão do tema inclui fatores culturais, mecanismos de proteção e obstáculos para a garantia de direitos.
A publicidade infantil em questão no Brasil mobiliza debates sobre consumo, desenvolvimento da criança e responsabilidade de famílias, empresas e Estado. Nesse contexto, o tema envolve a influência das campanhas comerciais sobre o público infantil e os limites regulatórios dessa prática.
A implantação da Lei Seca no Brasil está associada a mudanças nas políticas de prevenção de acidentes e na fiscalização do trânsito. A análise do tema envolve seus efeitos sobre a segurança viária, o comportamento dos motoristas e a conscientização social.
O movimento imigratório para o Brasil no século XXI relaciona-se a transformações econômicas, sociais e humanitárias que influenciam os fluxos populacionais. Nesse cenário, a discussão abrange acolhimento, integração e desafios vividos por pessoas que chegam ao país em busca de novas oportunidades.
A vida em rede no século XXI evidencia novas possibilidades de comunicação, participação e circulação de informações. Ao mesmo tempo, o tema envolve debates sobre privacidade, exposição de dados e os limites entre manifestações públicas e esferas privadas.
A discussão sobre o trabalho na construção da dignidade humana reúne reflexões sobre condições laborais, liberdade e realização pessoal. Nesse contexto, o tema permite analisar como diferentes formas de inserção no trabalho afetam direitos, reconhecimento social e qualidade de vida.
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Como o ENEM escolhe os temas
A banca do INEP costuma escolher temas que tocam um problema social
contemporâneo, com recorte específico, em eixos que se repetem ano após ano.
Olhando os últimos dez anos, dá para identificar uma rotação consistente
entre seis grandes áreas: educação e cidadania,
direitos humanos e minorias, saúde pública e bem-estar,
tecnologia e desafios contemporâneos, trabalho e mundo do trabalho
e cultura e identidade nacional. Meio ambiente entra
esporadicamente, com recorte mais técnico.
O detalhe importante: a banca raramente repete um eixo em anos consecutivos.
Se um ano caiu sobre saúde mental, é improvável que o seguinte volte ao
mesmo eixo. Isso não significa que você deva apostar exclusivamente nos
eixos "fora da rotação" — significa que treinar todos os eixos é mais seguro
do que mirar em um único. Consulte o
histórico dos temas do ENEM
para observar os recortes e padrões de cada edição.
Outra característica: a proposta vem com 2 a 3 textos motivadores
(recortes de notícia, gráficos, citações, charges) que delimitam o recorte.
Treinar com propostas que já trazem motivadores é diferente de treinar com
tema seco — porque na prova você vai ler os motivadores antes de escrever, e
eles afetam o que conta como repertório dentro do recorte. Para entender as
regras formais da prova (como o limite de linhas que afeta diretamente o
recorte que você consegue desenvolver), veja
quantas linhas tem a redação do ENEM
.
O que faz um bom tema de treino
Quatro critérios separam um tema útil de um tema fraco:
1. Vem com textos motivadores reais
Tema sem motivadores força você a escrever no vácuo. Na prova, os
motivadores são parte da proposta — e treinar lendo motivadores antes de
escrever ensina a usá-los como ponto de partida sem cair na armadilha do
parafrase.
2. Tem recorte específico
"A educação no Brasil" é tema ruim para treino. "Os desafios para a
valorização da educação básica em comunidades rurais" é tema bom. Recorte
específico obriga você a tomar posição e a escolher repertório que
converse com aquele problema, e não com o eixo inteiro.
3. Conversa com pelo menos 2 competências
Os melhores temas de treino criam dificuldade em mais de uma competência ao
mesmo tempo: você precisa de repertório para a Competência 2 e de uma
proposta de intervenção viável para a Competência 5. Treinar com temas que
facilitam só uma competência ensina pouco.
4. Permite repertório autoral
Um bom tema é amplo o suficiente para você puxar referências do seu próprio
banco de repertório, sem depender de um conhecimento muito específico que
apenas alunos com curso especializado teriam. Tema que pede dado técnico
extremamente nichado favorece a memória e não a competência de escrita.
Erros comuns ao escolher temas
Três armadilhas voltam o tempo todo no preparo de quem está estudando para o
ENEM.
Treinar com temas datados. Tema do ano passado é útil para
análise estrutural — não é útil para treinar produção. A banca já não vai
repetir aquele recorte, e o repertório associado ficou marcado por debate
público. Use temas antigos para estudar correções nota 1000 publicadas pelo
INEP, não para escrever a sua próxima redação.
Repetir o mesmo eixo todo treino. Quem treina cinco redações
seguidas sobre direitos humanos chega na prova com um único eixo bem
ensaiado e quatro eixos travados. Distribua os treinos para cobrir os seis
eixos principais ao longo do mês — duas redações por eixo.
Ignorar os textos motivadores. Treinar lendo só o título do
tema, sem os motivadores, corta uma habilidade que vai ser cobrada na prova:
ler motivadores em 5 minutos, identificar o recorte, e usar elementos deles
no texto sem parafrasear. Quem treina sem motivadores cai mais em fuga ao
tema na prova oficial.
Como o Redafy organiza a biblioteca de temas
A biblioteca pública do Redafy concentra temas inéditos com recorte
específico, sempre acompanhados de textos motivadores reais — recortes de
notícia, dados de fontes oficiais (IBGE, INEP, Ministério da Saúde) e, quando
cabível, citações de obras canônicas. A curadoria distribui os temas pelos
seis eixos principais para que sua rotina cubra a rotação da banca.
Quando você quer treinar um eixo específico (por exemplo: "quero trabalhar
saúde mental e adolescência"), a plataforma também permite gerar um tema
personalizado a partir de uma referência — uma reportagem, um livro, um
dado. O tema gerado vem com motivadores criados a partir daquela referência,
mantendo o formato da banca.
Além das coletâneas completas da plataforma, estes guias aprofundam assuntos
recorrentes da banca com ângulos de tese, repertório sociocultural, exemplos
de parágrafo e propostas de intervenção. Eles continuam separados dos temas
disponíveis para escrita.
Para quem está em ritmo de preparação séria, a rotina abaixo cobre os seis
eixos em quatro semanas, com repetição inteligente. Cada redação leva 1h30
de produção e 30min de revisão da correção. Para o cronograma semanal
detalhado (com leitura, planejamento, escrita e revisão por competência),
veja
rotina de redação ENEM: como treinar melhor toda semana
.
Semana 1: 1 redação no eixo de educação + 1 redação no
eixo de direitos humanos. Após o feedback, marque os erros recorrentes
entre as duas.
Semana 2: 1 redação no eixo de saúde pública + 1 redação
no eixo de tecnologia. Compare a estrutura argumentativa com as duas da
semana 1.
Semana 3: 1 redação no eixo de trabalho + 1 redação no
eixo de cultura. Aqui você já tem 6 redações para identificar pontos
constantes — ataque o que repete.
Semana 4: reescrita das 2 redações com pior nota.
Reescrever uma redação sua é o exercício mais barato e mais eficaz para
consolidar evolução.